Evento Esportivo

Sabe aquelas coisas que parecem que surgem na sua vida porque tinham que surgir? Pois eh, isso aconteceu comigo hoje. Tive um dia maravilhoso e gratificante que me faz amar mais e mais a casa dos cangurus !

Recebi um email pra ir trabalhar de voluntario num evento esportivo aqui em Brisbane, para ganhar uma valor simbolico de 50 dolares por 4h. Como sexta seria meu dia de folga do meu trabalho, pensei “Por que nao?”. Fui.

Cheiguei no local, tudo chiquerrimo ! O meu papel era vender rifas para os convidados.

Detalhe numero 1: vendi mais de 2000 dolares em rifa.

Detalhe numero 2: mais de 500 dolares no meu bolso, sem controle nenhum, que se eu quisesse embolsar era a coisa mais facil do mundo . Por isso, nao me canso de amar esse pais pela confinca que as pessoas tem umas nas outras.

Enfim, o evento era para levantar fundos para a Perry Cross Spinal Research Foundation, basicamente eles estao tentando achar a cura para paraliticos. Uauuuu ! Amei tudo ! Desde os video transmitidos durante o evento ate as pessoas presente, que sao exemplo de superacao de vida. No mais, por ser um evento esportivo, os atletas. Uauuuuu… muita atleta de ponta, que infelizmente eu nao conhecia todos, por serem de Rugby, cricket, esportes nao tao parte da minha vida…Foi O M-A-X-I-M-O ! !  Ameiiiii. E nao pude deixar de pensar no meu Papis, que iria amar ouvir eu contando sobre o evento, ja que ele era um fanatico por esportes.

Alem da minha fascinacao pelos atletas, pelo Perry que eh um exemplo de forca e perseveranca, nao posso deixar de citar a pesquisa que estao fazendo e que esta tento otimos resultados. O principio eh simples, celulas olfativas do nariz sao implantandas na coluna para a reabilitacao nervosa, algo assim, e FUNCIONA ! E mais, os primeiros testes foram feitos em um cachorro salsichinha paralisado das patas de tras e depois da terapia voltou a andar normalmente. Ai, vem a minha apelecao aos xiitas protetores dos animais, o que seria dessa pesquisa com a finalidade de ajudar nos humanos, se nao fossem os chachorros sendo estudados? Fica soh essa pergunta… nao era Beagle, era Daschund…

http://www.cam.ac.uk/research/news/first-randomised-controlled-trial-to-show-spinal-cord-regeneration-in-dogs

https://www.youtube.com/watch?v=YLnegrzbBBk

E pra finalizar uma fotinha com Joe Bugner, o cara eh um figura e um campeao !

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Um texto para refletirmos

É preciso diminuir o ritmo, dar valor as coisas importantes de vida e curti-las.

Por esse motivo, de achar que não tenho tempo, não escrevi o que eu realmente gostaria de escrever para esse mês, novembro será diferente.

“A velocidade do cotidiano não nos oferece tempo para recordações; se estamos com pouco tempo para cuidar da vida, menos ainda nos sobra para cuidar da morte
Descanse em paz?
Mario Sergio Cortella

Em uma de suas cartas, o romancista Gustave Flaubert escreveu: “Que grande necrópole é o coração humano! Para que irmos aos cemitérios? Basta abrirmos as nossas recordações; quantos túmulos!”.
Uma visão quase amarga como essa coube muito bem no século passado e, até há pouco, ainda tinha alguma vitalidade; agora, nas nossas pós-modernas e alvoroçadas épocas, estamos perdendo parte da capacidade de abrir as recordações, mesmo as tumulares. Hoje, a velocidade inclemente do cotidiano não nos oferece tempo para recordações muito duradouras; se estamos com pouco tempo para cuidar da vida, menos ainda nos sobra para cuidar da morte.
Não temos tempo! Houve uma época na história humana (e não faz muito) em que, quando um dos nossos morria, parávamos tudo o que estivéssemos fazendo; o trabalho, ou o que mais fosse, era interrompido e, se preciso, faziam-se longas viagens, até noturnas (sem os rápidos aviões, carros e boas estradas atuais), mas não deixávamos de, velando os partintes, cuidar dos ficantes.
A humanidade houvera compreendido que, se com a Morte não nos conformamos, ao menos nos confortamos, nos fortalecemos em conjunto, nos apoiamos. As pessoas ficavam, às vezes por um dia e uma noite, em volta da família, aglomerados, grudados, exalando solidariedade e emoção, orando e purgando lentamente o impacto, mostrando aos mais próximos que não estavam sozinhos na perda.
Ora, um dos mais fortes indícios da presença humana é o cuidado com os mortos; as mais antigas manifestações de formação social, quando as localizamos, nós o fazemos por intermédio de túmulos, inscrições, ossos agrupados ou corpos enterrados ou cremados. É sinal de humanidade não se conformar com a Morte e, portanto, buscar vencer simbolicamente o que parece ser invencível. A própria palavra cemitério (derivada do grego), usada em vários idiomas, significa lugar para dormir, dormitório, lugar para descansar. Deixar esvair essa marca é extremamente perigoso pois não propicia a especial ocasião de meditar sobre a Vida e, eventualmente, descansar em paz.
Deixamos de velar (no sentido de tomar conta, cuidar) para velar (como cobrir, ocultar, esquecer, apagar).
Não temos mais tempo! Se recebemos a notícia de que algum conhecido faleceu, olhamos o relógio e pensamos: “Vou ver se dou uma passadinha lá…”; alguém morre às 10 horas da manhã e, se der, será enterrado até as cinco da tarde, de maneira a, em nome do “não sofrermos muito”, sermos mais práticos e rápidos. Nem as crianças (já um pouco crescidas) são levadas a velórios; muitos argumentam que é para poupá-las da dor. Isso não pode valer; parte delas cresce sem a noção mais próxima de perda e, despreparadas e insensibilizadas para enfrentar algumas situações nas quais a nossa humanidade desponta, simultaneamente, fraca e forte, perdem força vital.
Por isso, não será estranho se, em breve, tivermos que nos acostumar também com o velório virtual ou, principalmente, como já está começando em países mais “avançados”, o velório “drive thru”: entra-se com o carro, coloca-se a mão sobre o corpo do falecido (enquanto um sensor lê tuas digitais para enviar um agradecimento formal), aperta-se um botão com a oração que se deseja fazer e… pronto, já vai tarde. Parece ridículo? Se não prestarmos atenção, assim será.
Vale o alerta de Gilbert Cesbron, “E se fosse isso perder a vida: fazermos a nós próprios as perguntas essenciais um pouco tarde demais”? “.

Homenagem ao dia das criancas

daddyboy

 

Historias de Marcela #soosfortesentenderao

Oiii amigos e leitores !

Hello my friends !

Hoje a homenagem nao sera com Historias de Magrao, mas sim com historias de Marcela. Preciso compartilhar com voces o que aconteceu aqui comigo !

Today the honor for my dad wont be one of his stories, will be mine story. I need to share with you all what happened  !

Terca feira passada foi dia de simulado do IELTS, todo mes temos um desse para testar como estamos e praticar a nossa organizacao em relacao ao tempo de prova. Isso sempre acontece de manha e de tarde assistimos um filme.

Last Tuesday was one of the days that we take a IELTS’  test simulation, every month we do it so we can see how we are and learn to manage our test time. this is usually in the morning and after lunch, on that days, we watch a movie.

Acabamos o simulado e a Professora nos deu a opcao de dois filmes para assisitir : What happen in Vegas com a Cameron Diaz e Ashton Kutcher ou I Love You Man. Ela perguntou qual preferiamos e ninguem respondeu nada, como eu ja tinha assistido o de Vegas falei : vamos ver I Love You Man, que eu nunca tinha visto. Ok, e foi isso !

After we have finish the test, the Teacher asked us which movie we would like to watch: What happen in Vegas with Cameron Diaz e Ashton Kutcher or I Love You Man. Nobody answered so I said : Lets watch I Love You Man, since I haven’t watched before. Ok, and was that !

Fui almocar com as minhas amigas Karla, do Mexico, e Carolina, da Italia, e elas me perguntaram sobre a minha tatuagem do braco. Ai, expliquei que eh uma homenagem ao meu papis, que ha exatos 6 meses virou meu anjo da guarda, e que as letras sao o nome de uma musica que escutei a minha vida inteira por causa do meu pai, e que RUSH eh uma das bandas preferidas dele. Passados os 60 minutos de almoco fomos assistir ao filme. Adivinha??? ! ! ! A trilha sonora do filme eh RUSH ! Meu Deus, ate chorei… tinhamos acabado de falar nisso ! ! !

I went to lunch with my friends Karla, from Mexico, and Carolina, from Italy, and they asked me about my tattoo arm. Than, I explained that is a tribute to my Daddy, which has exactly six months became my guardian angel, and those letters are the name of a song I heard my whole life because of my father, and that RUSH is one of his favorite bands. After 60 minutes of lunch went to watch the movie. Guess what ??? ! ! ! The film’s soundtrack is RUSH! My God, I cried we just had finished talking about it! ! !

mytattoo

Depois do filme fui conversar com a Carolina e ela disse: Viu, deve ser seu Pai passando pra falar “Oi minha filhinha, estou por aqui”.

After the movie I went to talk with Carolina and she said: See, it must be your father that just passed by saying: Hi my little girl, I’m here.”

 

 

 

 

 

Marcela na escada de incêndio/ Marcela on the fire escape

Ok, lá vem a história:

Ok, here it goes:

A Shafston, nossa escola e também nossa casa desse mês, têm três andares de sala de aula e os demais são moradia estudantil. Todos os alunos podem subir de elevador até o terceiro andar e quem mora aqui além de acesso aos três primeiros andares sobe apenas para o andar do respectivo apartamento. Assim, no nosso primeiro dia aqui nos deram duas chaves com sensores, que temos que passar no painel do elevador antes de apertar o andar do quarto. Ou seja, você NUNCA pode esquecer a sua chave no apartamento, do contrário, sem a chave, você não sobe para suas acomodações.

At Shafston, our school and also our house this month, has three classroom´s floors and the others are student housing. All students can ride the lift to the third floor and those who live here as well as access to the first three floors can rises just to the floor of their apartment. So, on our first day they gave us two keys with sensors, we have to go on the lift panel before tightening the floor of the room. Because of that, you can NEVER forget your key in the apartment, otherwise, without the key, you do not rise to you accommodations.

Enfim, o Thiago levou as roupas para a lavanderia que fica no terceiro andar, onde todos têm acesso, e voltou aqui para o apartamento. Faltando uns 10 minutos para terminar de lavar e passar, um amigo dele ligou e começou a falar e falar e falar. Deu então o horário de buscar as roupas, e eu disse: “Amor, vou indo lá na lavanderia“. E fui, pois o cara não parava de falar do outro lado da ligação. Cheguei lá tinham duas chinesinhas conversando enquanto eu dobrava as roupinhas quentinhas recém saídas da secadora. Coloquei tudo na sacola e fui subir. Cheguei no elevador e me dei conta de que havia esquecido a porreta da chave urghghhh.. raiva de mim. Pensei, vou pela escada de incêndio e subo até o quinto. Cheguei na porta, abri e tudo la dentro iluminado. Ótimo, que dias bons..kkk…cheguei no quinto, fui abrir a porta… trancada por dentro, beleza, pensei, só descer de novo na lavanderia e esperar o Thiago lembrar de mim… adivinhem…. cheguei no terceiro andar e a porta não abria por dentro. Gelei… pensei… já era vou dormir aqui, porque o Thiago não vai me achar nunca. Mas foi dando um desesperinho e comecei a gritar por ajuda. As chinesas ficaram assustadas porque eu esmurrava a porta, e elas eram muito envergonhadas para ir lá me socorrer… esmurrei e gritei por uns 7 minutos… até que uma boa alma apareceu e abriu a porta. UFA. Ela perguntou se eu estava bem e disse que já tinha feito a mesma coisa… mas que ninguém a ajudou, e que lá embaixo, no primeiro andar a porta é aberta….kkk…..

Anyway, Thiago took the clothes to the laundry room which is on the third floor, where everyone has access, and returned here to the apartment. Missing about 10 minutes to finish washing and drying, a friend of him called and started talking and talking and talking. Then, took the time to get the clothes, and I said, “Honey, I’m going there in the laundry.” And I went, because the guy would not stop talking on the other side of the connection. I arrived there and  were two little Chinese girls talking while I was folding the warm clothes newly took from the dryer. I put everything in the bag and went up. I got into the lift and I realized I had forgotten the key shi…. urghghhh .. Mad at me. I thought “I’ll go to the fire escape and climb up to the fifth floor”. I reached the door, opened it and all the lights were turned on. Great, good days…lololol … I came to the fifth floor, went to open the door … locked inside, “sweet”,  I thought, just go down again in the laundry room and wait for Thiago remember me … guess what? … . Arrived on the third floor and the door would not open from the inside. I froze … I thought … “I’ll sleep here, because Thiago will never find me”. Therefore, I started to get afraid and started asking for help. The Chinese were frightened because I was hitting the door, and they were too embarrassed to get  there and help me … punched and asked for help for about 7 minutes … until a good soul appeared and opened the door. She asked if I was okay and said he had already done the same thing … but no one helped her, and downstairs on the first floor door is always open …. lololol …..

Foi isso… achei que ia dormir na escada… O Thiago disse que só foi ver onde eu estava porque eu demorei e ele ouviu barulho de sirene e achou que era aqui e imaginou que algo tinha me ocorrido kkkk.

Parece que não, mas fiquei com muito medo de ter que dormir na escada de incêndio.

Was this … I thought I’d sleep on the stairs … and Thiago said he was only to see where I was because I was for a long time out and he heard the sound of siren and thought that something had happened to me lolololol.

Looks like not, but I was too scared of having to sleep on the fire scape.

Sem título

 

Indo para o BBQ de CityHopper/Going to BBQ by CityHopper

Para os curiosos de plantão, uma má notícia: vou contar a minha historinha engraçada e aterrorizante só amanhã, e sim, prometo, amanhã !

Isso porque hoje eu queria mostrar a minha turminha da escola. Estou fazendo um curso preparatório para passar no teste de proficiência em inglês chamado IELTS, ele é tipo TOEFL, Cambrigde etc. Aqui na Shafston são duas classes de IELTS, já passei pela primeira e agora estou na segunda. Esses amigos que estao no filme do churras são um pouquinho de cada classe e cada um de um de uma nacionalidade. Eles são de Taiwan, Colômbia, México, República Dominicana, Peru, Itália, México, China e lógico Brasil.

Estou amando minhas aulas, os professores são ótimos, mas especialmente porque os colegas de classe são demais !

No domingo, ontem, fizemos um churrasquinho para reunir a galera em South Bank, foi muuuito divertido, confiram o vídeo no final do post… vocês vão amar ! Pedi para que cada um desse um oi para voces leitores, cada um no seu idioma.

For those who are very curious about my scary and funny story, bad news: just at the next post, and I promise, tomorrow !

Today I would like to show you guys my school’s friends. I’m enrolling a proficient English preparatory course called IELTS, that is something like TOEFL, Cambridge and so forth. Here at Shafston College there are two classrooms of IELTS, I have already being to the fist room for two weeks, and now I’m at the second room. These friends at the BBQ’s movie are from both classes, each one has a different nationality. They are from Taiwan, Colombia, Mexico, Dominican Republic, Peru, Italy, China ad of course Brazil

I’m enjoying so much my classes, teachers are awesome, but specially because my classmates are so nice ! 

Sunday, yesterday, we had a little meeting with barbecue in South Bank, we had so much fun, and you can check at the video that I made at the bottom of the page… you guys will love it ! I asked each one of my friends to say hi with their own language for FeedingMinds´ readers.

Enfim, neste post eu queria ilustrar tambem o que falei sobre os barquinhos no post passado. O CityCat que é o barquinho azul, que abrange uma área maior, são 16 paradas em toda Brisbane e tem que pagar na média uns 4 dólares, depende de quantas áreas que você anda, e ele passa com maior frequência. Já e do CityHopper, vermelhinho que é de grátis, passa de meia em meia hora e só navega aos redores do centro da cidade. Ambos são ótimos, super seguros e iniciam as viagens às 6 da manhã até a meia noite.

Coloquei um vídeo também para mostrar como é mais ou menos dentro do CityHopper. Quem vem para Brisbane e quer conhecer a cidade, sem dúvida vai pegar um desses dois barquinhos.

Furthermore, I would like to tell a little bit more about the ferry transport here in Brisbane, that I was telling you guys last post. CityCat is the blue boat, which travels through a bigger area, and it comes more often. On the other hand, there is a CityHopper, the red one for free, but with the frequency of half and half hour, and just travels around the city ( downtown ). Both are great, very safety and starts the service at 6 am until mid-night.

There is this little video to show a little bit what happens inside CityHopper. Definitely, who comes to Brisbane and wants to meet the city needs to catch those ferries.

CityCat

CityCat

CityHopper

CityHopper

Route map - Blue is CityCat and Red is for CityHopper

Route map – Blue is CityCat and Red is for CityHopper

Please check the link below to watch the videos ! ! ! You can´t miss it ! ! ! 

https://www.youtube.com/watch?v=XM-4-fE0ksY  ( Resumo da festa / BBQ´s overview )

https://www.youtube.com/watch?v=fVlSgw50bFk   ( Falando Oi / Saying Hello )

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Morando na Australia / Living at Australia

Queridos amigos e leitores, os posts estao totalmente atrasados e o Alimentando Mentes esta bem chatinho. Mas, esses dias acabaram ! Farei dessa sessao ” Viajando ” um diario sobre tudo aqui na Australia, inclusive dicas pra quem quiser vir pra ca morar ou passear. E a melhor coisa: versao ingles e versao portugues, para meus leitores internacionais.

Dear friends and readers, posts are totally late and  the Alimentando Mentes is getting boring. However, this is over ! I will develop a diary about everything that is happening here in Australia at ” Viajando ” category, where I will be talking about leaving and traveling around Australia. Now the best thing: it wil be in two different languages, Portuguese and English, so everybody can understand, even my international readers.

Amigos do Brasil, a ortografia algumas vezes, tipo agora, estara meio erradinha, pois o teclado daqui nao tem acentos 😦

My friends from Brazil, it might be some misspelling, as it has now, because the typing board is in english and do not have the accents 😦

Para comecar, gostaria de falar da cidade que estou morando: Brisbane. E uma cidade grande, porem nao enorme. Quando eu cheguei achei imensa e pensei que ficaria totalmente perdida, mas nao. Analisando bem eh ate uma cidade muito facil de ser explorada e visitada. O trasporte publico e muito bom embora carinho, especialmente quando voce ainda pensa em real. A cidade esta aos redores do rio Brisbane, por isso temos que pegar um barco para transitar por algumas regioes da cidade. Para ajudar os pobres, tem um barquinho que e de graca, porem ele passa de meia em meia hora sem atrasos para chegar e sair, portanto, sejamos pontuais sempre.

Aqui tudo fecha, durante a semana as 6h da tarde, pois os australianos prezam muito qualidade de vida. Assim, apos deixar os seus trabalhos vao fazer esportes ou curtir a familia e amigos. para nos que estamos acostumados com tudo aberto ate tarde da noite, e um pouco dificil de se adaptar.

Brisbane e uma cidade fantastica, todo dia tem coisa diferente acontecendo, sejam shows, feiras, teatro, etc. e o mais legal, na minha opiniao, churrasqueiras espalhadas por todos os diversos parques daqui. Simmm, churrasqueiras de graca, onde voce pode fazer uma reuniaozinha com os amigos ate grandes celebracoes..

Conforme eu for visitando os lugares vou postando fotos e dicas especificas. No proximo post quero contar um historia engracada e assustadora que me aconteceu aqui.

Beijos

Firstly, I would like to introduce the city that I am leaving: Brisbane. It is a big city, but not huge. When I arrived i thought that I would be completely lost here, but no. To tell you the truth, it is a very easy city to be explored and visited. The public transport it is wonderful, although a little bit expensive, specially because I am already thinking in my own country money.Because the city it is bay by the Brisbane River, sometimes we need to catch  the boat to cross the other side of the city. Hopefully, to help disadvantaged people there is the City Hooper , a free boat, however it departures in half and half hour, always on time, without delay. So, we need to be always on time.

Here in Brisbane all stores and shops closes at 6:00 pm, and this is because Australians like to enjoy life and it is important to have  good quality of life. So, after leaving their jobs they usually do sports or enjoy their family and friends. For us, that are accustomed to everything open until late at night it is a little hard to adapt, but we can handle.

Brisbane is a fantastic city, every day has something different going on, whether concerts, fairs, theater etc. And the coolest, in my opinion, there are grills scattered throughout all parks. YEAP, I said grills where you can just meet your family and friends also plan big celebrations ..

As I am visiting the places I’ll post pictures and specific tips. In the next post I want to tell a funny and frightening story that happened to me here.

Kisses

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Histórias do Magrão IV

Estou tão ausente do Alimentando Mentes que estou triste. Mas, é porque aqui onde estou a internet está meio restrita. Prometo que no próximo post atualizarei tudo sobre o que está acontecendo + dietas + dicas de viagem ( Austrália ) + histórias + informações.

A foto de hoje é da Austrália, pois cá estou, e se não fosse por ele eu não estaria. Se não fosse por ele eu não teria chegado onde cheguei !

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E vamos lá a mais uma de suas peripécias pelo mundo:

Vida de consultor do outro lado do mundo. Email 1

Vida de consultor do outro lado do mundo.Como estava meio sozinho e isolado em um desses projetos, comecei a mandar mensagens para colegas consultores com as minhas experiências e histórias nesse projeto. Até porque virou um passa-tempo. Lá não dava para fazer coisas básicas para se divertir, por exemplo: cinema, teatro ou qualquer coisa que tivesse que entender a língua coreana. Ver TV, só alguns poucos canais internacionais em inglês.
Pela quantidade de respostas aos “e-mails” que enviei, a aprovação dos colegas foi muito legal e ainda tive a vantagem de que as histórias ficaram registradas.
Seguem então as mensagens enviadas de quando estive na Coréia do Sul 2004.
Foi logo após o projeto de Porto Alegre, portanto fiz algumas menções de pessoas comuns aos dois projetos.
Observação: Tive alguns problemas “técnicos” descritos no inicio da primeira mensagem, mas que nesse texto foram corrigidos e mantive na mensagem só para constar.

1- Primeira mensagem
Esse email foi escrito sem acentos, pois nesse teclado alemão onde
metade das teclas é em caracteres conhecidos e metade em coreano não me
atrevi ainda a pedir que instalem caracteres em português.

Tô chegando.
O tempo estava claro e lá embaixo uma porção de ilhas maravilhosas,
barcos, iates tudo legal. No aeroporto todos são prestativos e muitos
falam alguma coisa parecida com inglês. Peguei uma limousine (Na
Coréia eles chamam os ônibus melhorzinhos de limousine) e fui até o hotel.
No caminho vem o primeiro choque, você olha para fora vê vistas bonitas, vistas feias como a maioria das cidades, mas o problema é quando se olha
para alguma placa, ou tenta saber onde está, ferrou, não se entende absolutamente nada. Se te largarem ali você nunca mais volta pra casa.
Liguei para o gerente do projeto e ele me disse que se encontraria
comigo mais tarde no hotel para me conhecer. Ele estaria junto com o
Eberhard, que eu já conhecia.

Aqui uma pausa. Esse Eberhard merece um capítulo a parte.
Para as pessoas que não trabalharam comigo nos projetos Varig e não o
conhecem, é mais ou menos o seguinte:
Eberhard é um senhor alemão de aparência distinta. Fala um português estranho mas divertido, por exemplo:
Ele estava me explicando sobre os coreanos do projeto e falou mais ou
menos assim: “Zelso (é como ele pronuncia meu nome) você não sabe o que eles estão pensando senhor, fui beber com eles e eles fazem muitas alegrias, mas depois ficam sérios e você não sabe se eles gostam de você”.
Ele, é bastante autêntico, fala o que dá na telha e reclama o tempo todo:
“Quando estava no Brasil nada era bom senhor. Agora na Coréia tudo era bom no Brasil e tudo é ruim aqui”.
Falou o seguinte para mim: “Zelso alguém tem que falar para o nosso chefe que
ele é stupid pois acho que ele não sabe”.
Ele fala várias línguas:
Português, alemão, inglês, espanhol, com um detalhe: todas ao mesmo tempo.
Exemplos:
1- Estávamos tomando uma cerveja e a garçonete coreana se aproxima ele
fala mais ou menos 2 minutos com ela em português, ela não entende nada
e sorri, eu gargalho.
2- Fomos ligar para o Thomas (outro colega do trabalho) da recepção do hotel
ele disse três vezes para o recepcionista: “please call the room eleven
zero oito”. Depois ficou bravo dizendo que o cara não entendia inglês.
3- Na recepção do Hangar da Asiana (empresa onde era o nosso trabalho) eles pegam seu passaporte de manhã e o mantém o dia todo na portaria, quando você sai para o almoço, na volta eles verificam se seu passaporte esta lá. Demoram muito fazendo isso. Os seguranças são trocados todos os dias e mal falam inglês. Uma vez um deles achou o meu passaporte na pilha e ia retirando o mesmo quando o Eberhard gritou para ele:
“Senhor o segundo é meu”. Assim mesmo, em português.

Voltando a minha saga.
No dia seguinte nos encontramos no saguão do hotel eu, Eberhard e o Thomas (o outro alemão que também já trabalhou comigo e que também estava no hotel).
Fui com eles conhecer o caminho e a maneira de ir até o cliente. Tivemos que andar uns quinze minutos atravessar a “Seuol Station” por uma passagem subterrânea
e pegar o ônibus do outro lado da rua e que vai até a Asiana.
É impossível atravessar a rua sem passar por essa passagem subterrânea,
pois é um cruzamento de muitas ruas, bastante largo e nem existe faixas
nas ruas para isso.
Nesse ponto o Thomas me contou a seguinte história:
Certo dia o Eberhard, num horário mais tranquilo tentou atravessar esse cruzamento. A polícia o parou e ninguém se entendia, até que um policial vendo o cartão do hotel entendeu que ele estava hospedado naquele hotel e o fizeram entrar no carro da polícia e levaram de volta para o hotel.
Resultado: 20 minutos depois ele estava no mesmo lugar só que dessa vez
atravessou pela passagem subterrânea.

Chegando na empresa conheci toda a equipe oriental e ocidental. Existiam
mais três pessoas que eu já conhecia pois também já trabalharam no
Brasil: Suzane, Kerstin (que o nosso amigo Joseph chamava aqui no Brasil de “meninona” devido a sua idade e ao seu tamanho) e um alemão que trabalhou no projeto do RH no Rio.
Em relação aos coreanos e impossível decorar os nomes e saber quem é quem. Acho que levarei uns meses para saber.
Fizemos a primeira reunião, o que é a coisa engraçada aqui: Participam
todos os coreanos da equipe (eles nunca vão sozinhos) Você fala,
fala , fala e não faz a menor idéia se eles estão entendendo ou não.
Até aí tudo bem, pois quando o primeiro deles começou a falar, o sotaque era
o de menos, tive que morder minha mão para não dar risada. O cara o
cara fala tudo fala tudo duas vezes duas vezes.
Não , eu não errei ao digitar a linha acima é que ele fala assim mesmo.

Fui almoçar. Alguns almoçam no refeitório da companhia e outros saem para comer no aeroporto que fica perto. Fomos no aeroporto num lugar que tem uma vitrine de pratos e você escolhe o qual você quer. É o único jeito que tem deles entenderem
os estrangeiros. Escolhi um prato e esqueci do aviso do Shim (um amigo brasileiro, descendente de coreanos) para não comer nada vermelho na Coréia e no primeiro bocado, como dizem os nordestinos, “eu vi Genésio”. Como aconteceu com o Luiz (um colega de projetos cheio de histórias) minha alma saiu do corpo e voltou. Cara, é impossível comer aquilo, é pimenta pura. Tomei a sopinha que acompanhava o prato, pois só então me toquei que eles não te dão nada para beber e só bebem no final da refeição. No dia seguinte fui experimentar a comida da companhia e achei melhorzinha, pelo menos tem arroz todo dia.

No trabalho as coisas são complicadas, mas estou me virando.
Um dia nosso chefe alemão veio para cá e a noite convidou toda a equipe
para comer. Foi legal e a comida era em pequenas porções mas muito boa.
No final tem outra história do Eberhard: Ele foi ao “toilet” onde existe um
“cockpit” no lavabo, como ele não entendia nada apertou todos os botões
e saiu um jato d`água direto no seu peito. Voltamos para o Hotel as
gargalhadas dentro do taxi. Infelizmente ele foi embora do projeto e só
volta daqui a um mês.
As coisas aqui são bem mais caras que eu imaginava mas se você procurar bem acha preços razoáveis. Amanhã passarei meu primeiro fim de semana aqui. Mas isso fica para o próximo e-mail.

Abraço a todos.